terça-feira, 21 de abril de 2009

Mar da Galileia, poema de João Tomaz Parreira


Lago Kinereth, pintura


Chegou às tuas águas calma
mar de tranquilidade
os pequenos montes impetuosos
baixaram
à simples linha de água

Chegou ao meio de tuas águas cor
num espelho do céu

Chegou às tuas águas luz
e não do raio
que vem do invisível nada
Regressou às tuas águas prata
quando as nuvens abriram as janelas

Chegou ao tumulto o sono
quando a noite descansou nos
braços de Jesus.

21/4/2009

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