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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

A Filha do Abismo, poema de Edna das Dores de Oliveira Coimbra

 


A Filha do Abismo


Jezabel, a rainha de Israel
A filha de Etbaal, a esposa de Acabe
A que trouxe a idolatria, a que trouxe a perversão
Ela tinha fogo na alma e uma pedra no lugar do coração.

Jezabel, a filha do abismo
A que se prostrou diante de Baal
A que se deleitava em fazer o mal
E mostrava toda a sua crueldade de forma brutal.

Jezabel, a que sabia o poder que ela detinha
A que arquitetava planos malignos
A que mandava matar por maldade ou capricho
Tanto os profetas do Senhor, como os donos de vinha.

Jezabel, a que afrontou o Profeta Elias
E com uma única ameaça o fez fugir para o deserto
Pois ele bem sabia a quem a perversa servia
Mas o Senhor o encontrou, e da depressão o libertou.

Jezabel, a que se vestiu de seda, a que se pintou de vermelho
A que se apresentou como rainha, a que se proclamou deusa
Mas o Senhor não se esqueceu da sua malvadeza
E enviou o Comandante Jeú, para destruí-la sem buscar conselho.

Jezabel, a que foi jogada pela janela
A que foi devorada pelos cães
A que recebeu o que foi dito em profecia
Porque vindo de Deus, tudo se cumpri na medida.

Jezabel, símbolo de horror
Mas também exemplo de pavor
Pois a ambição exagerada e o orgulho aviltante 
Trazem vergonha, dor e uma morte humilhante.

Para evitar o caminho de Jezabel,
É necessário lembrar-se que há um Senhor no céu
Que tem todo poder e autoridade
Mas nos concede misericórdia, porque nos ama de verdade.
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

CONVERTAS O TEU CORAÇÃO!, um poema de Edna das Dores de Oliveira Coimbra

 


Convertas o teu coração!

Ó meu irmão!

Tu tens o dom para o uso

da Palavra minuciosamente estudada

contudo não te sentas para ouvir

o desabafo da família amada.

Tuas mãos preparam a Ceia para os irmãos

porém teus pensamentos estão perdidos

em um emaranhado de confusão.

Tu criticas os que não estão na Casa do Senhor

todavia não te esforças coerentemente

em mostrar o Caminho do nosso Pai de amor.

Tu rejeitas e te envergonhas do pecador em nosso meio

no entanto quantas vezes tu agistes pior do que ele.

Tu afagas o filho do irmão

entretanto tu negas carinho

ao rebento da tua união.

Tu tratas as irmãs com apreço e respeito

Ainda assim tu humilhas e negligencias

a varoa que tu escolhestes.

Tu ministras louvores com dedicação

não obstante és incapaz de liberar perdão ao nosso irmão.

Tu compões canções e poemas lindíssimos

mesmo assim não tens a sensibilidade para amparar os aflitos.

Tua língua é ferina com relação

as roupas e tatuagens dos nossos irmãos

conquanto lembre-se que muitas vezes

já estivestes na mesma condição.

Ó meu irmão!

De uma vez por todas convertas o teu coração!

A nossa missão não é criticar

nem condenar o nosso irmão

e sim nos esforçarmos em oração

para que as escamas de seus olhos caiam

e eles possam ver a Luz.

Ó meu irmão!

Onde está a tua prudência?

De que adianta tanto orgulho?

É preferível ser vaso rachado

na esperança de ser consertado

ou vaso encostado na expectativa de ser usado

do que iludir a Congregação

fingindo ser vaso de valor

ou vaso de louvor.

Autora: Edna das Dores de Oliveira Coimbra

sábado, 11 de abril de 2020

“E por fim Ele se levantará!”, poema de Edna das Dores de Oliveira Coimbra


“E por fim Ele se levantará!”

Peste Bubônica, codinome “Peste negra”,
deixando inflamados
os nossos gânglios linfáticos.
Trazida pela pulga dos ratos
talvez por causa da precariedade de higiene
e saneamento das nossas cidades.
Cólera, donde sua bactéria
multiplica a quantidade de fluidos em nosso intestino
causando-nos diarreia e vômitos.
E o seu vibrião colérico,
um vilão perverso,
sofre diversas mutações
surgindo com mais agitação.
Tuberculose, atacando os países mais pobres,
onde a fome e a miséria são constantes,
afetando não só o pulmão
mas diversos órgãos do corpo humano.
Varíola, alcunha “Bexiga”,
deixando-nos prostrados
com sua febre alta, e ainda por cima,
marcando-nos com suas pústulas.
Vírus Influeza, batizado de “Gripe espanhola”,
mas vitimando o mundo todo
com sua febre e dores nas articulações.
Esse vírus, em permanente evolução,
ainda nos causa preocupação.
Tifo, bactéria que se prolifera no meio da pobreza
provocando-nos náuseas e corredeira.
Bom seria se não houvesse pobreza populacional,
descaso governamental
e política desonesta.
Febre amarela, transmitida pelo mosquito
que pode ser urbano ou silvestre,
mas seus sintomas são os mesmos:
icterícia e muita febre.
Sarampo, com seu vírus causando
suas erupções cutâneas
e muitas das vezes
matando nossos rebentos.
Malária, também transmitida
pela picada de um mosquito,
com seu protozoário
destruindo as células do fígado.
HIV, transmitido do homem para o homem,
vírus que destrói nosso sistema imunológico
fragilizando nosso corpo, nossa mente, nossa alma.
Se durante todas essas doenças
o Senhor se fez presente
curando e reforçando a nossa capacidade
para o raciocínio e para a compreensão
do uso de fórmulas medicamentosas:
antibióticos, vacinas, coquetéis,
certamente, e mais uma vez, mostrará que Ele é Deus.
E no tempo e na hora que Ele determinar
haverá um BASTA para esse novo vírus, Coronavírus.
Se nos orarmos com o coração contrito
reconhecendo nossos erros
e clamando pela Sua misericórdia,
Ele se levantará e sarará a nossa a terra,
porque Ele é Deus que ouve as nossas orações

e é Deus que perdoa as nossas transgressões.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Três poemas de Edna das Dores de Oliveira Coimbra



Cristo, o Resgatador

Corpo despido recebendo açoites
Das correias de couro
Atadas a ossos de ruminante.
Pele rasgada, músculos cortados
Sangue e plasma derramados
Em solo maldito.
E ao receber uma coroa de espinhos
Zombaram não só de Cristo
Mas também do Pai que o enviou.
E no Gólgota, “lugar da caveira”
Cristo negou a bebida narcótica
Pois tinha o domínio de si mesmo.
Com os braços estendidos
Os pulsos cravados na madeira
E os pés fixados por um prego de ferro
Até para respirar a dor era agonizante.
Mas Ele não passou pelo Crurifrágico
Pois antes expirou
E suas pernas não foram quebradas
Cumprindo-se as Escrituras:
"Guarda-lhe todos os ossos;
nem sequer um deles foi quebrado." (Salmo 34:20)
 “Nenhum osso seu será esmagado.” (João 19:36).
Bendito seja o Senhor Jesus!
Cordeiro de Deus: puro, sem manchas e sem defeito!
O nosso Resgatador!       


Os malfeitores

Um era Dimas
O outro era Tolo
Dimas pedia perdão
Tolo desafiava o Autor da Salvação
Dimas sabia estar ali por justiça
Tolo se igualava a Cristo
Dimas reconheceu o Advogado
Tolo reconheceu apenas sua humanidade
Dimas tinha certeza de uma vida futura
Tolo apenas da ruptura
Dimas viu em Jesus a esperança do porvir
Tolo viu a esperança deixar de existir
Dimas pediu consolo futuro
Tolo viu tudo obscuro
Dimas também havia zombado
Do Cristo da Cruz
Mas seu espirito reconheceu
o Espírito que havia no Messias
E alertou a Tolo
Para que temesse o castigo
E Dimas, antes que a morte lhe viesse
Rogou a Cristo que fosse lembrado
Perdão e vida eterna
Foram garantidos a Dimas
Quando a Tolo ...
Ele fora tolo.


Bendito Simão de Cireneu

Bendito Simão
Por ajudar a Cristo
Em seu trajeto
Com a cruz.
Bendito Simão
Porque a sua cidade presenciou
O derramamento do Espírito Santo
Com entendimento e concordância.
Benditos Simão
Pai de Alexandre e Rufo
Mencionados nas Escrituras
Como verdadeiros cristãos.
Bendito Simão
Que mesmo obrigado
Pelos soldados romanos
Carregou a cruz
Pela Via Dolorosa.
Bendito Simão
Porque tu foste eleito do Senhor
Para essa bendita missão
Que te resultou em bênçãos.
Tu aliviaste parte do peso
Da cruz do Amado
E pelo Amém tu foste abençoado.
O Alfa e o Ômega guardou a tua casa.
E os teus não se desviaram.
Graças a Deus!

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